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Simbologia na Mitologia Grega Através da Visão Analítica – Hécate, Atlas e Gaia

  • 17 de set. de 2024
  • 11 min de leitura

A simbologia inspirada pela força do mito mobiliza a energia psíquica no qual gera transformações, novas formas de ser e de se comportar no mundo, proporcionando um significado à vida, uma ampliação da consciência. Uma forma de integrar consciente e inconsciente coletivo, com as imagens primordiais em nós, os arquétipos. Como não conseguimos conscientemente olhar essas imagens arquetípicas, a linguagem metafórica dos mitos nos serve como espelhos. 


“…todo mito intencionalmente ou não, é psicologicamente simbólico. Suas narrativas e imagens devem ser entendidas, portanto, não literalmente, mas como metáforas.” (CAMPBELL, 1991) Para Jung, os mitos são fontes fundamentais na Psicologia Analítica, nos presenteando com o conhecimento do que é mais arcaico em nós.


 O mito é uma narrativa com conteúdos arquetípicos e extremamente simbólicos e é importante destacar que os símbolos geram a transformação da energia psíquica. A força dos mitos são os símbolos que trazem a mobilização desta energia. Por esse motivo, a sua interpretação não pode ser como de uma história qualquer, é um aprendizado para começar a observar os símbolos em nossas próprias vidas.


“o mecanismo psicológico que transforma a energia é o símbolo” (JUNG, 1999)

 


HÉCATE

Deusa das encruzilhadas na mitologia grega, Hécate visualizava três caminhos ao mesmo tempo e sabia onde iriam dar na vida das pessoas. Ela é a deusa da intuição. 


“Sua perspectiva tríplice lhe permite ver a ligação entre o passado, o presente e o futuro. Nas junções significativas da vida, ela relembra a forma do passado, vê o presente com honestidade e sente o que vem a seguir no nível da alma.” (BOLEN, 2005)


Hécate é citada no sequestro de Perséfone por Hades. A jovem donzela, Perséfone, foi colher um botão de flor e a terra se abriu. Hades, o Senhor do Mundo Inferior, surge e a rapta, levando Perséfone ao submundo. Hécate ouviu os gritos da menina. Deméter, a mãe, procurou pela donzela por todo o mundo, sem sucesso. Hécate se aproxima e revela a Deméter ter ouvido os gritos da menina. As duas deusas, Deméter e Hécate, descobrem a verdade: Perséfone foi sequestrada por Hades com o consentimento de Zeus.


Após seu retorno, Perséfone encontra sua mãe Deméter e Hécate, que lhe dão as boas-vindas. A partir de então, Hécate está sempre ao lado de Perséfone. Na descida ao submundo, Perséfone retorna, mas não é a mesma; a inocência dos dias em que colhia flores já não existe mais. É como se uma nova consciência surgisse, dada sua relação com Hades, ambos se tornam conscientes de sua condição de adultos.


Sofrimento e amor fazem parte da vida; a resiliência na dor e o retorno da escuridão trazem sabedoria e fazem de Hécate uma companheira interior das mulheres.


“As pessoas acreditam não suportar encarar a verdade, então adaptam-se, muitas vezes por meio de racionalizações, negação, vícios que servem para amortecer a consciência e não enxergar a verdade. Somente quando uma mulher percebe que é possível enfrentar a realidade é que ela adquire a sabedoria de Hécate.” (BOLEN, 2005)


Em busca desta verdade, a mulher na meia-idade se encontra em uma encruzilhada, sendo necessário refletir e buscar a força de Hécate na forma de intuição. Mudanças terão que acontecer nesta nova fase da vida, uma pausa para decidir qual caminho seguir e um espaço para a intuição trazer a resposta da alma nesta encruzilhada.


Esses pedidos de mudança não estão necessariamente associados ao mundo externo; muitas vezes são movimentos da própria psique ao notar que algo não tem mais significado e sentido na vida, falta alma.


A deusa Hécate, como representação das parteiras que se abrem para o novo, simboliza o nascimento de novos aspectos da vida. Para que o novo possa surgir, é necessário desapegar do velho. Sua sabedoria nos ajuda a deixar ir, a soltar o que não serve mais, a morte de algo para o nascimento de uma nova forma de ser.


Essa deusa misteriosa se tornou o arquétipo da bruxa, com sua relação com o oculto, o anoitecer, as feitiçarias e magias. Essa característica pode remeter a uma época em que as mulheres que se envolviam com o oculto e os mistérios, eram condenadas à morte na fogueira em praça pública.


“Às vezes, quando se sabe o que se tem a fazer, pode parecer meio herético, surge um medo irracional, uma reação emocional que parece antecipar o grito de “Queimem a bruxa!”. Este medo é transpessoal e parece estar alojado na psique feminina, bem próximo da superfície, onde ainda se esconde o pavor de ser rotulada e perseguida como feiticeira. Sentir o medo e fazer o que precisa ser feito, não obstante, exige coragem. Com o efeito do campo mórfico, quanto mais mulheres confrontarem esse medo coletivo, mais fácil se tornará para outras fazerem o mesmo.” (BOLEN, 2005)


No entardecer da vida, a mulher se encontra em uma encruzilhada, e a força da deusa Hécate se faz necessária para um mergulho em seus impulsos interiores. Nessa fase, afloram indecisões e reflexões diante do desafio. Se ela conseguir permanecer nesse lugar até que sua intuição indique o caminho, “emerge renovada e reformada”, em todos os aspectos de sua vida.


 

ATLAS

A sensação, que metaforicamente se traduz como a de carregar um peso excessivo nas costas, não é um fenômeno desconhecido, já foi abordado e discutido por diversos autores, como por Botsaris (2003), no livro “Complexo de Atlas”. Da constelação desse complexo, advém uma sintomatologia relacionada à sobrecarga excessiva, decorrente do excesso de tarefas simultâneas e de preocupações que podem ser relacionadas ao estresse.


Na mitologia, Atlas era filho de Jápeto e Clímene. Era um dos titãs que representavam as forças do caos e da desordem e que atacaram o Monte Olimpo, combatendo Zeus e seus aliados, estes representavam energias do espírito, da ordem e do Cosmos. Ao final, Zeus saiu vencedor desta batalha e lançou seus inimigos, que eram tidos como escravos da matéria e dos sentidos, ao Tártaro. Para Atlas, porém, o castigo imposto foi o de sustentar para sempre em seus ombros o peso dos céus. Após a punição, ele passou a morar no país das Hespérides. (BRANDÃO, 2015)


O mito de Atlas pode ser tomado como uma metáfora para o sofrimento psíquico causado pelo excesso de ocupação e preocupação, onde uma carga excessiva é metaforicamente levada nos ombros. É como se não houvesse permissão ou possibilidade para experimentar o descanso, como se não houvesse um intervalo para relaxar, para vivenciar momentos de prazer.  Para aqueles que se encontram identificados com o mito de Atlas, a fantasia de sofrimento é uma constante sob este peso excessivo. Para Atlas, carregar a abóboda terrestre foi um castigo, uma punição imposta e como tal não trouxe a possibilidade de um momento de descanso sequer. 


C. G. Jung explica que o não reconhecimento dos próprios limites pelos indivíduos poderia ser descrito como um estado de inflação psíquica do ego, relacionando tal estado com uma espécie de “semelhança a Deus”, expressão cunhada por Schopenhauer:

Esses dois tipos humanos são, ao mesmo tempo, grandes e pequenos em demasia; sua medida média individual, que nunca é muito segura, tende a tornar-se cada vez mais vacilante. Parece grotesco descrever tais estados como “semelhantes a Deus”. Mas como ambos, a seu modo, ultrapassam as proporções humanas, possuem algo de “sobre-humano”, podendo ser expressos figuradamente como “semelhantes a Deus”. Se quisermos evitar o emprego desta metáfora, poderíamos falar de inflação psíquica. Tal definição me parece correta, pois o estado a que nos referimos envolve uma “expansão da personalidade” além dos limites individuais ou, em outras palavras, uma presunção. (JUNG, 2008)


Atlas era um imortal. Podemos pensar, a partir da leitura do mito, que levar o mundo nas costas não é para qualquer ser humano, apenas um Titã pode dar conta desta tarefa e mesmo assim por um tempo limitado. Ser tomado pelo complexo de Atlas pode ser entendido como uma alienação delirante, pelo fato de o indivíduo acreditar que é possível dar conta de toda e qualquer tarefa que apareça, independentemente das condições objetivas, quando na verdade ele se encontra psicológica e metaforicamente tomado por uma atitude titânica, que fala simbolicamente de um excesso de controle e de responsabilidades. Pode, também, falar de uma vaidade excessiva que leva o indivíduo à incapacidade de pedir ajuda ou dividir o fardo com o outro, ou seja, uma presunção que o faz sentir como se fosse um deus, baseado numa fantasia narcísica onipotente que pode lhe ser inconsciente, mas não menos prejudicial por isso.

 


GAIA

Opostos que se integram e se harmonizam com a sabedoria de Gaia, considerada a grande mãe na mitologia grega, em forma de mulher, terra ou natureza, que representa a vida cíclica da morte e do renascimento em diferentes dimensões.


Sábia é a natureza, que entre um dia e outro tudo integra e transforma. Pensarmos na imensidão da terra e em tudo que a envolve é muito significativo. Permite-nos mergulhar na infância e percorrer uma vida, possibilita abraçarmos o simbolismo e nos encontrarmos com o mais sagrado, com o berço gerador da natureza e os elementos que dela fazem parte. Jung, sabiamente, buscou refúgio na natureza para ampliar os fenômenos da psique humana e, com o sentimento de “parentesco com todas as coisas”, identificou nela os fundamentos lógicos que o ajudaram a compreender melhor essa dimensão. Diante das angústias e de inquietações, dizia:


Mesmo assim há muita coisa que me preenche: plantas, animais, nuvens, o dia e a noite, e o eterno que há no homem. Quanto mais acentua a incerteza em relação a mim mesmo, mais aumenta meu sentimento de parentesco com todas as coisas”. (JUNG,1987)


E qual é a origem da terra? Controvérsias nos acompanham, principalmente, quando envolvem as crenças religiosas e o universo científico, delineando sobre o criacionismo e a evolucionismo. De forma idêntica, a história nos mostra que os povos antigos acreditavam nos eventos da natureza como criados por deuses e lhes atribuíam magia, criando mitos para seu entendimento. Gaia, a Mãe-Terra na mitologia grega, considerada como potencialidade geradora e deusa da fertilidade, representada pelos símbolos das frutas e grãos, remete-nos à terra como origem de todas as coisas vivas. Ela contém todos os opostos, representando a capacidade de morrer e de renascer constantemente, sendo ao mesmo tempo jovem e velha, a que alimenta e a que luta.


Analogamente, essa potencialidade nos remete a representação do feminino em forma de Lilith/Eva (que ensina o masculino a lidar com a polaridade e a transgressão), Maria (a santa que inspira segurança), Helena (que transmite fortaleza e vai para a batalha) e Sofia (a sábia que integra as três mulheres anteriores, harmonizando o bom, o belo e o verdadeiro), contribuição significativa de Magaldi Filho (2014) sobre a mulher e o princípio feminino. Ou quem sabe é a conexão das deusas gregas Afrodite (deusa do amor, da beleza e da sensualidade), Deméter (deusa da nutrição e da maternidade), Atena (deusa da sabedoria, da guerra, da arte, da estratégia e da justiça) e também Perséfone (deusa das ervas, flores, frutos e perfumes).


Vindo ao encontro, Neumann (1974) escreveu sobre as funções básicas do feminino de proteger e de nutrir, como segue: “O feminino parece ter essa grandeza porque aquilo que é contido, protegido e nutrido, que recebe calor e amparo, é sempre pequenino, o desamparado e o dependente, completamente à mercê do Grande Feminino”. De forma idêntica, a escritora Cora Coralina (2000) reproduziu, em O Cântico da Terra, essa admiração: “Eu sou a grande Mãe Universal. Tua filha, tua noiva e desposada. A mulher e o ventre que fecundas. Sou a gleba, a gestação, eu sou o amor”. 


A composição da terra possui vários elementos químicos naturais na sua crosta terrestre. Entre eles, podemos citar o magnésio, o alumínio, o cálcio, o oxigênio, o silício, o ferro, o titânio, o sódio e o potássio. Quanta riqueza natural e essencial para os seres vivos! Essa mistura de elementos da terra transforma a vida e nos conduz ao campo simbólico da alquimia, representando a materialização, a firmeza e a resistência, que nos permite realizar mudanças significativas, com o objetivo de gerar estados de alma.


Segundo Jung (1994), “ao tentar explorar a prima matéria, o alquimista projetava sobre esta o seu inconsciente”. O processo alquímico é metafórico, é símbolo transformador de energia que cura, em contínuo movimento de dissolver e coagular, ciclo evolutivo da ampliação da consciência, promovendo a morte e o renascimento. Neste sentido, os principais componentes da transformação alquímica envolvem sete principais operações: calcinatio, solutio, coagulatio, sublimatio, mortificatio, separatio e coniunctio.  


coagulatio é considerada a operação que pertence à terra, que transforma as coisas em sólido pelo resfriamento e envolve a incorporação do ego com a relação do si-mesmo. Em outras palavras e de forma simbólica, nesta operação ocorrem transformações, assim como ocorrem nos consultórios de psicoterapia. As demandas dos clientes, em forma de problemas, angústias e dores, precisam ser purificadas, ou seja, ressignificadas. Neste sentido, envolvem-se os quatro elementos – água, ar, fogo e terra – colocando primeiro fogo para secar as emoções e depois promove-se o distanciamento delas, favorecendo a visão do problema com outro olhar, num estágio mais elevado, com o elemento ar. Ainda, é necessário ajudar o cliente a voltar para a realidade e colocar água, possibilitando o surgimento de ideias criativas. Assim, separa-se o que é viável para transformar em terra, em atitude e concretude, permitindo que o inconsciente se realize e se aproxime do Self. 


Pisar no chão é um ato que envolve firmeza, equilíbrio e alegria, que a criança vivencia nos seus primeiros passos. Caminha a criança guiada pelos pais, o adolescente com suas descobertas no grupo, o adulto com a realidade do mundo e o idoso cada vez mais curvado, voltando à terra. Pisar na terra ao mesmo tempo é desafiador, como interpreta Gilberto Gil com a música Não Chores Mais: “Quentar o frio, requentar o pão e comer com você. Os pés, de manhã, pisar o chão, eu sei a barra de viver…”. Pisar o chão envolve os pés, que no simbolismo do corpo, representam as nossas raízes e a nossa identidade. É a origem, o princípio e o começo. Também indica o fim, a meta e o destino.


Para a acupuntura chinesa, os pés representam a totalidade do corpo. Ao mesmo tempo evocam uma unidade simbólica, como o feminino e masculino, o consciente e o inconsciente, o divino e o humano. Na mitologia, o deus manco é representado por Hefesto, mutilado nos pés pelo seu pai Zeus.  Os pés feridos nos permitem refletir sobre a dolorosa realidade humana, com a expressão “sem eira nem beira”, representando o ser no relento, destituído do mínimo para sobreviver.  Utilizamos também a expressão “perdi o chão”, diante de surpresas negativas. 


As pisadas, as marcas na terra e a demarcação de território, são comuns entre os animais e também entre os humanos. Guerras, disputas pelo espaço, egos inflados, quando a caminhada poderia ser para o Self. Quanto simbolismo, enquanto alguns pisam na terra, pisam também nos outros. E quantos sonham com um “palmo de terra”, um pedaço de chão. Constroem-se estruturas debaixo da terra, da mesma forma que se edificam alicerces para a vida. Neste contexto, o papel da família é fundamental, representando as nossas raízes e a nossa transgeracionalidade. Afirma-se que o ser humano com uma boa base não se perde nos caminhos da vida, porém perder-se nos caminhos da vida pode representar o alicerce para a concretude de novos e desafiadores sonhos. 


Terra também é possibilidade de locomoção e de ligação. Constroem-se diferentes caminhos, unem-se cidades e povos e, de forma semelhante erguem-se muros. Os segredos debaixo da terra, assim como as riquezas, encontradas pelos garimpeiros e geólogos, podem ser comparadas com as pedras no nosso caminho, que lapidamos em busca da essência. Cavar o subterrâneo é buscar sentido e significado, trazendo o inconsciente à luz da consciência, semelhante ao que ocorre no processo de psicoterapia, momento em que os psicoterapeutas, simbolicamente ajudam a lapidar almas.


Podemos aprender muito com os ensinamentos da terra, integrando-nos com a natureza, observando ciclos e florescendo em qualquer estação. Precisamos plantar e colher em solo fértil para vivermos com plenitude e para integrarmos os opostos que estão presentes na caminhada. Neste sentido, Magaldi Filho nos traz uma reflexão sobre o processo de enantiodromia, que envolve o princípio de que todas as coisas se transformam: “Do ponto de vista da Psicologia Analítica, pode-se afirmar que tudo que é negado ou reprimido volta de forma obscura e com poderes muito mais elevados que outrora (…) Ou seja, na visão junguiana os opostos devem ser discriminados, diferenciados e integrados (MAGALDI FILHO, 2014). Em resumo, podemos nos tornar seres menos fragmentados e estabelecer maior harmonia com a nossa alma ao unirmos os polos opostos.

 

 

FONTES:

 

REFERÊNCIAS:

BOLEN, J.S. As Deusas e a Mulher Madura: arquétipos nas mulheres com mais de 50, 1ª ed. São Paulo: Triom, 2005.

BOTSARI, A. O Complexo de Atlas, ed. Objetiva, 2003

BRANDÃO, J.S. Mitologia Grega, 26ª Vol I. Petrópolis: Vozes, 2015

CAMPBELL, J. A Extensão Interior do Espaço Exterior. Rio de Janeiro: Campus, 1991.

COLEÇÃO: Divindades Gregas: Brasil, Editora Abril, 2004.

CORALINA, C. (2000). O Cântico da Terra. Comunicação & Educação, (18), 112-112.

GANDON, O. (2000). Deuses e Heróis da Mitologia Grega e Latina. São Paulo: Editora Martins fontes.

JUNG, C.G. A Energia Psíquica. Tradução de Pe. Dom Mateus Ramalho Rocha, OSB. Petrópolis: Vozes, 1999.

JUNG, C.G. Memórias, Sonhos e Reflexões. 1. ed. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1987.   

JUNG, C.G. Psicologia e Alquimia. Rio de Janeiro: Ed. Vozes, 1994. 

JUNG, C.G. O Eu e o Inconsciente. 21ª ed. Petrópolis: Ed. Vozes, 2008

JUNG, C.G. Os Arquétipos e o Inconsciente Coletivo. 6ª ed. Petrópolis: Vozes, 2008

MAGALDI FILHO, W. Dinheiro, Saúde e Sagrado: interfaces culturais, econômicas e religiosas à luz da psicologia analítica. 2ª edição - São Paulo: Eleva Cultural, 2014. 

NEUMANN, E. A Grande Mãe: um estudo fenomenológico da constituição feminina do inconsciente. São Paulo, Cultrix, 1974.

 

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